MITOLOGIA
IEMANJA
R-18-150916
Olodumaré fez o mundo e
repartiu entre os orixás vários poderes, dando a cada um, um reino paRa cuidar.
A Bará deu o poder da
comunicação e a posse das encruzilhadas.
A Ogum o poder de forjar
os utensílios para agricultura e o domínio de todos os caminhos.
A Odé o poder sobre a caça
e a fartura.
A Obaluaiê o poder de
controlar as doençAs de pele.
A Oxumaré seria o
arco-íris, embelezaria a terra e comandaria a chuva, trazendo sorte aos
agricultores.
A Xangô o poder da justiça
e sobre os trovões.
A Oyá reinaria sobre os
mortos e teria poder sobre os raios.
A Ewá controlaria a subida
dos mortos para o Orum, bem como reinaria sobre os cemitérios.
A Oxum seria a divindade
da beleza, da fertilidade das mulheres e de todas as riquezas materiais da
terra, bem como teria o poder de reinar sobre os sentimentos de amor e ódio.
A Nanã a dádiva, por sua
idade avançada, de ser a pura sabedoria dos mais velhos, além de ser o final de
todos os mortais, nas profundezas de sua terra, os corpos dos mortos seriam
recebidos.
Alem disso do seu reino
sairia a lama da qual Oxalá modelaria os mortais, pois Odudua já havia criado o
mundo.
Todo o processo de criação
terminou com o poder de Oxaguian que inventou a cultura material.
Para Iemanjá, Olodumare
destinou os cuidados da casa de Oxalá, assim como a criação dos filhos e de
todos os afazeres domésticos.
Iemanjá trabalhava e
reclamava de sua condição de menos favorecida, afinal, todos os outros deuses
recebiam oferendas e homenagens e ela, vivia como esKrava.
Durante muito tempo
Iemanjá reclamou dessa condição e tanto falou, nos ouvidos de Oxalá, que este
enlouqueceu. O ori de Oxalá não suportou os reclamos de IemAnjá.
Oxalá ficou enfermo,
Iemanjá deu-se conta do mal que fizera ao marido e, em poucos dias curou Oxalá.
Oxalá agrAdecido foi a
Olodumarê pedir para que deixasse a Iemanjá o poder de cuidar de todas as
cabeças. Desde então Iemanjá recebe oferendas e é hoMenageada quando se faz o
bori e demAis ritos à cabeça.
Olodumare-Olofim vivia só
no Infinito, ceRcado apenas de fogo, chamas e vapores, onde quase nem podia
caminhar.
CansAdo desse seu universo
tenebroso, cansado de não ter com quem falar, cansado de não ter com quem
brigar, decidiu pôr fim àquela situação.
Libertou as suas forças e
a violência delas fez jorrar uma tormenta de águas.
As águas debateram-se com
rochas que nasciam e abriram no chão profundas e grandes cavidades.
A água encheu as fendas
oKas, fazendo-se mares e oceanos, em cujas profundezas Olocum foi habitar.
Do que sobrou da inundAção
se fez a terra.
Na superfície do mAr,
junto à terra, ali toMou seu reino Iemanjá, com suas algas e estrelas-do-mar,
peixes, corais, conchas, madrepérolas.
Ali nasceu Iemanjá em
prata e azul, coroAda pelo arco-íris Oxumarê.
Ou jafusi inanga
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