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domingo, 29 de setembro de 2024

Dia dos Arcanjos Miguel, Gabriel e Rafael

DIA DOS SANTOS ARCANJOS MIGUEL, GABRIEL E RAFAEL



Com alegria, comemoramos a festa de três Arcanjos neste dia: Miguel, Gabriel e Rafael. A Igreja Católica, guiada pelo Espírito Santo, herdou do Antigo Testamento a devoção a estes amigos, protetores e intercessores que do Céu vêm em nosso socorro pois, como São Paulo, vivemos num constante bom combate. A palavra "Arcanjo" significa "Anjo principal". E a palavra "Anjo", por sua vez, significa "mensageiro".


SÃO MIGUEL

O nome do Arcanjo Miguel possui um revelador significado em hebraico: "Quem como Deus". Segundo a Bíblia, ele é um dos sete espíritos assistentes ao Trono do Altíssimo, portanto, um dos grandes príncipes do Céu e ministro de Deus. No Antigo Testamento o profeta Daniel chama São Miguel de príncipe protetor dos judeus, enquanto que, no Novo Testamento ele é o protetor dos filhos de Deus e de sua Igreja, já que até a segunda vinda do Senhor estaremos em luta espiritual contra os vencidos, que querem nos fazer perdedores também. "Houve então um combate no Céu: Miguel e seus anjos combateram contra o dragão. Também o dragão combateu, junto com seus anjos, mas não conseguiu vencer e não se encontrou mais lugar para eles no Céu". (Apocalipse 12,7-8)


SÃO GABRIEL

O nome deste Arcanjo, citado duas vezes nas profecias de Daniel, significa "Força de Deus" ou "Deus é a minha proteção". É muito conhecido devido a sua singular missão de mensageiro, uma vez que foi ele quem anunciou o nascimento de João Batista e, principalmente, anunciou o maior fato histórico: "No sexto mês, o anjo Gabriel foi enviado por Deus a uma cidade da Galiléia, chamada Nazaré... O anjo veio à presença de Maria e disse-lhe: 'Alegra-te, ó tu que tens o favor de Deus'..." a partir daí, São Lucas narra no primeiro capítulo do seu Evangelho como se deu a Encarnação.


 SÃO RAFAEL

Um dos sete espíritos que assistem ao Trono de Deus. Rafael aparece no Antigo Testamento no livro de Tobit. Este arcanjo de nome "Deus curou" ou "Medicina de Deus", restituiu à vista do piedoso Tobit e nos demonstra que a sua presença, bem como a de Miguel e Gabriel, é discreta, porém, amiga e importante. "Tobias foi à procura de alguém que o pudesse acompanhar e conhecesse bem o caminho. Ao sair, encontrou o anjo Rafael, em pé diante dele, mas não suspeitou que fosse um anjo de Deus" (Tob 5,4). (fonte>cancaonova)


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quinta-feira, 26 de setembro de 2024

Cosme e Damião

DIA DE SÃO COSME E DAMIÃO

 


O Dia de São Cosme e Damião é comemorado em 27 de setembro, ou em 26 do mesmo mês.


O motivo de haver duas datas explica-se porque o calendário oficial da Igreja Católica considera o 26 de setembro, mas como em 27 de setembro foi inaugurada uma basílica em homenagem aos santos, em Roma, muitas pessoas celebram a data nesse dia.


São Cosme e Damião eram irmãos gêmeos e foram médicos. Ambos são conhecidos como os santos padroeiros dos médicos e dos farmacêuticos, além do que são santos protetores das crianças.


O Dia de São Cosme e Damião também é comemorado em 27 de setembro pelos seguidores do candomblé, xangô, xambá, umbanda e batuque.


Em algumas religiões os santos são reconhecidos como erês, que são espíritos de crianças. Nos terreiros, celebra-se a alegria e a inocência das crianças, vindo daí o costume de oferecer doces nessa data.


História de São Cosme e Damião

santos e ibejis


Cosme e Damião eram dois irmãos árabes, gêmeos, que residiam na região da Ásia Menor.


Filhos de uma família nobre, acredita-se que seus nomes verdadeiros eram Acta e Passio. Viveram durante o século III, embora a sua data de nascimento seja incerta.


Eles eram médicos cristãos e demonstravam grande compaixão pelos doentes, seres humanos e animais, curando-os sem exigir recompensa.


Ficaram conhecidos como inimigos do dinheiro e, posteriormente, foram acusados de serem inimigos dos deuses romanos, pois diziam que eles curavam através de feitiçaria.


Por esse motivo, os jovens foram condenados à morte por ordem do Imperador Diocleciano, por volta do século IV d.C. Os restos mortais encontram-se na Síria, em uma basílica construída para os santos. A partir do século V, na região do Mediterrâneo, o culto aos santos já estava estabilizado.


No Brasil, a devoção aos santos foi trazida com os portugueses para o Brasil e misturou-se à cultura africana.


Com o sincretismo religioso, os negros africanos escravizados cultuavam a imagem de São Cosme e Damião como se fossem os correspondentes aos orixás gêmeos Ibejis.


Já no ano de 1530, construiu-se a primeira igreja em homenagem aos santos na cidade de Igarassu, em Pernambuco.


ORAÇÃO A SÃO COSME E DAMIÃO

“São Cosme e Damião, que por amor a Deus e ao próximo vos dedicastes à cura do corpo e da alma de vossos semelhantes, abençoai os médicos e farmacêuticos, medicai o meu corpo na doença e fortalecei a minha alma contra a superstição e todas as práticas do mal.


Que vossa inocência e simplicidade acompanhem e protejam todas as nossas crianças. Que a alegria da consciência tranquila, que sempre vos acompanhou, repouse também em meu coração. Que a vossa proteção conserve meu coração simples e sincero, para que sirvam também para mim as palavras de Jesus: 'Deixai vir a mim os pequeninos, porque deles é o Reino do Céu'. São Cosme e Damião, rogai por nós. Amém”

https://www.calendarr.com/brasil/dia-de-cosme-e-damiao/


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terça-feira, 3 de outubro de 2023

São Francisco de Assis

SÃO FRANCISCO DE ASSIS

Morre em 3 de outubro de 1226. 



Francisco nasceu em Assis, na Úmbria (Itália) em 1182. Jovem orgulhoso, vaidoso e rico, que se tornou o mais italiano dos santos e o mais santo dos italianos. Com 24 anos, renunciou a toda riqueza para desposar a “Senhora Pobreza”.


Aconteceu que Francisco foi para a guerra como cavaleiro, mas doente ouviu e obedeceu a voz do Patrão que lhe dizia: “Francisco, a quem é melhor servir, ao amo ou ao criado?”. Ele respondeu que ao amo. “Porque, então, transformas o amo em criado?”, replicou a voz. No início de sua conversão, foi como peregrino a Roma, vivendo como eremita e na solidão, quando recebeu a ordem do Santo Cristo na igrejinha de São Damião: “Vai restaurar minha igreja, que está em ruínas”.


Partindo em missão de paz e bem, seguiu com perfeita alegria o Cristo pobre, casto e obediente. No campo de Assis havia uma ermida de Nossa Senhora chamada Porciúncula. Este foi o lugar predileto de Francisco e dos seus companheiros, pois na Primavera do ano de 1200 já não estava só; tinham-se unido a ele alguns valentes que pediam também esmola, trabalhavam no campo, pregavam, visitavam e consolavam os doentes. A partir daí, Francisco dedica-se a viagens missionárias: Roma, Chipre, Egito, Síria… Peregrinando até aos Lugares Santos. Quando voltou à Itália, em 1220, encontrou a Fraternidade dividida. Parte dos Frades não compreendia a simplicidade do Evangelho.


Em 1223, foi a Roma e obteve a aprovação mais solene da Regra, como ato culminante da sua vida. Na última etapa de sua vida, recebeu no Monte Alverne os estigmas de Cristo, em 1224.


Já enfraquecido por tanta penitência e cego por chorar pelo amor que não é amado, São Francisco de Assis, na igreja de São Damião, encontra-se rodeado pelos seus filhos espirituais e assim, recita ao mundo o cântico das criaturas. O seráfico pai, São Francisco de Assis, retira-se então para a Porciúncula, onde morre deitado nas humildes cinzas a 3 de outubro de 1226. Passados dois anos incompletos, a 16 de julho de 1228, o Pobrezinho de Assis era canonizado por Gregório IX.


São Francisco de Assis, rogai por nós!


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sexta-feira, 29 de setembro de 2023

São Gabriel

SÃO GABRIEL



O nome deste Arcanjo, citado duas vezes nas profecias de Daniel, significa "Força de Deus" ou "Deus é a minha proteção". É muito conhecido devido a sua singular missão de mensageiro, uma vez que foi ele quem anunciou o nascimento de João Batista e, principalmente, anunciou o maior fato histórico: "No sexto mês, o anjo Gabriel foi enviado por Deus a uma cidade da Galiléia, chamada Nazaré... O anjo veio à presença de Maria e disse-lhe: 'Alegra-te, ó tu que tens o favor de Deus'..." a partir daí, São Lucas narra no primeiro capítulo do seu Evangelho como se deu a Encarnação.


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São Miguel

SÃO MIGUEL



O nome do Arcanjo Miguel possui um revelador significado em hebraico: "Quem como Deus". Segundo a Bíblia, ele é um dos sete espíritos assistentes ao Trono do Altíssimo, portanto, um dos grandes príncipes do Céu e ministro de Deus. No Antigo Testamento o profeta Daniel chama São Miguel de príncipe protetor dos judeus, enquanto que, no Novo Testamento ele é o protetor dos filhos de Deus e de sua Igreja, já que até a segunda vinda do Senhor estaremos em luta espiritual contra os vencidos, que querem nos fazer perdedores também. "Houve então um combate no Céu: Miguel e seus anjos combateram contra o dragão. Também o dragão combateu, junto com seus anjos, mas não conseguiu vencer e não se encontrou mais lugar para eles no Céu". (Apocalipse 12,7-8)


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quarta-feira, 27 de setembro de 2023

São Vicente de Paulo

 SÃO VICENTE DE PAULO



Vicente de Paulo nasceu em Pouy, perto da cidade de Dax, no sul da França, aos 24 de abril de 1581; foi batizado no mesmo dia de seu nascimento. Era o terceiro filho do casal João de Paulo (Jean de Paul) e Bertranda de Moras (Bertrande de Moras). Seus pais eram agricultores e muito religiosos. Todos os seis filhos receberam o ensino religioso de sua mãe.


Seus dois irmãos mais velhos ajudavam os pais na lavoura e Vicente cuidava de ovelhas e de porcos. Desde pequeno, demonstrava muita inteligência e grande religiosidade. Em frente à sua casa, em um pé de carvalho, havia um buraco; ele colocou lá uma pequena imagem da Santíssima Virgem, a quem diariamente ajoelhava e fazia uma oração. Diariamente conduzia os animais para melhores pastagens, onde ficava a vigiá-los. Aos domingos ia à aldeia, com seus pais, para assistir à missa e frequentar o catecismo.


O Sr. Vigário aconselhou a seu pai para colocar o garoto Vicente em uma escola; via nele um grande futuro, devido à sua inteligência. O pai, que era ambicioso, colocou-o em um colégio religioso, desejando que fosse padre e se tornasse o arrimo da família. Foi matriculado em um colégio de padres Franciscanos, na cidade de Dax, onde ele fez os estudos básicos.


Para seguir a carreira sacerdotal fez os estudos teológicos na Universidade de Toulouse. Foi ordenado sacerdote em 23 de setembro de 1600. Continuou os estudos por mais 4 anos, recebendo o título de Doutor em Teologia.


Uma viúva que gostava de ouvir as suas pregações, ciente de que ele era pobre, deixou-lhe sua herança, pequena propriedade e determinada importância em dinheiro, que estava com um comerciante em Marselha.


Ele foi atrás do devedor; encontrando-o recebeu grande parte do dinheiro; ia regressar de navio, por ser mais rápido e mais barato. Na viagem o barco foi aprisionado por barcos de piratas e levado para a Tunísia. Em Túnis foi vendido como escravo.


Vicente foi vendido para um pescador, depois para um químico; com a morte deste, ele passou pra um seu sobrinho, que vendeu-o para um fazendeiro (um renegado) que antes era católico, e que com medo da escravidão, adotara a religião muçulmana. Ele tinha três esposas; uma era muçulmana e, ouvindo os cânticos do escravo, sensibilizou-se, e quis saber o significado do que ele cantava. Ela, ciente da história, censurou o marido por ter abandonado uma religião tão bonita. O patrão de Vicente, arrependido, propôs ao escravo fugirem para a França. Esta fuga só foi realizada 10 meses depois.


Em um pequeno barco, atravessaram o Mar Mediterrâneo e foram dar na costa francesa, em Aigues-Mortes e de lá foram para Avinhão. Naquela cidade encontraram o Vice-Legado do Papa. Vicente voltou a exercer o ministério de padre e o renegado abjurou publicamente e voltou para a Igreja Católica.

Padre Vicente e o renegado ficaram residindo em casa do Vice-Legado. Tendo ele de viajar a Roma, levou os dois em sua companhia. Padre Vicente aproveitou a estadia naquela cidade e freqüentou a Universidade, formando-se em Direito Canônico. O renegado pediu para ser admitido em um mosteiro e tornou-se monge.


Tendo o Papa de mandar um documento sigiloso para o Rei da França, padre Vicente foi o escolhido. Pelos serviços prestados, o Rei indicou-o como Capelão da Rainha. Seu serviço era distribuir esmolas para os pobres que rodeavam o Palácio e visitar os doentes do Hospital da Caridade, em nome da Rainha.


Padre Vicente não gostava do ambiente do Palácio e passou a morar em uma pensão, no mesmo quarto com um juiz. Certo dia amanhecera doente; o empregado da farmácia que foi atendê-lo, precisando de um copo, foi apanhar em um armário, e viu lá um dinheiro, que era do juiz, e ficou com ele. Na volta, o juiz, não encontrando seu dinheiro, quis que padre Vicente desse conta dele; como ele não sabia do acontecido, o juiz colocou-o para fora do quarto e coluniou-o de ladrão.


sao vicente2 São Vicente de PauloPadre Vicente fica conhecendo o padre Bérulle, que mais tarde foi nomeado Cardeal e ele indicou-o para vigário de Clichy, subúrbio de Paris.


Na paróquia pobre, a maioria dos habitantes era de horticultores. Padre Vicente se deu bem com eles; as missas eram bem participadas e instituiu a comunhão geral nos primeiros domingos o mês. Criou a Confraria do Rosário, para todos os dias visitarem os doentes. Padre Vicente, atendendo ao seu diretor, padre Bérulle, deixou a paróquia e foi ser preceptor dos filhos do general das Galeras.


Foi residir no Palácio dos Gondi, família rica e da alta nobreza. Eles tinham grandes propriedades e padre Vicente, em companhia da senhora De Gondi, visitava uma das propriedades; foi chamado para atender um agonizante e ouvir sua confissão. O doente disse à senhora De Gondi, que, se não fosse a presença do sacerdote, iria morrer em grandes faltas e ia permanecer no fogo eterno.


Padre Vicente percebeu que o povo do campo estava abandonado e na missa dominical concitou o povo a fazer a confissão geral. Teve que arranjar outros padres para ajudá-lo nas confissões, tantos eram os que queriam confessar-se. Padre Vicente esteve morando com a família Gondi 5 anos. Depois de ir para outra paróquia, atendendo a um chamado do padre Bérulle, padre Vicente voltou para morar em casa dos Gondi, onde ficou mais 8 anos.


Com o auxílio da senhora de Gondi, fundou a Congregação da Missão em 1625 e a Confraria da Caridade em 1617. A primeira cuida da evangelização dos camponeses e a segunda dá assistência espiritual e corporal aos pobres. Em Follevile, fundou uma Confraria de Caridade para homens, em 1620.


A Congregação da Missão surgiu espontaneamente. Padre Vicente conseguiu alguns colegas para pregar aos camponeses; exigia deles a simplicidade nas pregações, para o povo entender, e rapidamente seu grupo foi aumentando. No princípio, alugaram uma casa para sua moradia. Com o aumento mudaram para um velho Colégio.


O número aumentava. Um cônego que dirigia um leprosário sem doentes ofereceu em doação os prédios do leprosário para residência dos padres.


A instituição demorou de 1625 até 12 de janeiro de 1633, quando recebeu a Bula do Papa Urbano VIII, reconhecendo a Congregação.

Padre Vicente sempre se preocupou com as crianças enjeitadas e abandonadas, com os velhos e os pobres e doentes. Durante sua vida criou grandes obras, que até hoje estão prestando serviços à humanidade.


A primeira irmã de caridade foi uma camponesa de nome Margarida Naseau. Com colaboração de Santa Luisa de Marilac, ele estabeleceu a Companhia das Irmãs da Caridade. Começaram 4 camponesas, hoje são milhares. Isto se deu em 29 de novembro de 1633.


Padre Vicente criou tantas obras, que em pouco tempo não é possível enumerar; a história de sua vida é uma beleza. A seu respeito existem biografias, que poderão serem estudadas por vocês. Padre Vicente tinha quase 80 anos quando faleceu, dia 27 de setembro de 1660.


Em 16 de junho de 1737, foi canonizado pelo papa Clemente XII, e, em 12 de maio de 1885, foi declarado patrono de todas as obras de caridade da Igreja Católica, por Leão XIII.


Seu corpo repousa na Capela da Casa-Mãe, São Lázaro, em Paris.


“Voltemos nossa mente e nosso coração para São Vicente de Paulo, homem de ação e oração, de organização e de imaginação, de comando e de humildade, homem de ontem e de hoje. Que aquele camponês das Landes, convertido pela graça de Deus em gênio da caridade, nos ajude a todos a pôr mais uma vez as mãos no arado – sem olhar para trás – para o único trabalho que importa, o anúncio da Boa Nova aos pobres…“


(João Paulo II)

http://www.santuariodocaraca.com.br/santos-de-devocao/historia-de-sao-vicente-de-paulo/


 


SÃO VICENTE DE PAULO SABIA MUITO BEM TIRAR DOS RICOS PARA DAR AOS POBRES


“Amarás ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma e espírito e amarás ao teu próximo como a ti mesmo” (Mat 22,37.39).


Se não foi o lema da vida deste santo, viveu como se fosse. O santo de hoje, São Vicente de Paulo, nasceu na Aquitânia (França) em 1581. No seu tempo a França era uma potência, porém convivia com as crianças abandonadas, prostitutas, pobreza e ruínas causadas pelas revoluções e guerras.


Grande sacerdote, gerado numa família pobre e religiosa, ele não ficou de braços cruzados mas se deixou mover pelo espírito de amor. Como padre, trabalhou numa paróquia onde conviveu com as misérias materiais e morais; esta experiência lhe abriu para as obras da fé. Numa viagem foi preso e, com grande humildade, viveu na escravidão até converter seu patrão e conseguiu depois de dois anos sua liberdade.


A partir disso, São Vicente de Paulo iniciou a reforma do clero, obras assistenciais, luta contra o jansenismo que esfriava a fé do povo e estragava com seu rigorismo irracional. Fundou também a “Congregação da Missão” (lazaristas) e unido a Santa Luísa de Marillac, edificou as “Filhas da Caridade” (irmãs vicentinas).


Sabia muito bem tirar dos ricos para dar aos pobres, sem usar as forças dos braços, mas a força do coração. https://santo.cancaonova.com/santo/sao-vicente-de-paulo-grande-sacerdote/


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sábado, 15 de outubro de 2022

Santa Tereza de Ávila

 DIA DE SANTA TEREZA DE ÁVILA




- Santa Teresa de Ávila ou Santa Teresa de Jesus  foi uma religiosa e escritora espanhola, famosa pela reforma que realizou no Carmelo e por suas obras místicas. (leia mais em: 

15 de outubro foi escolhido originalmente por ser a data evocatória de Santa Tereza d’Ávila. A santa, nascida em Ávila, na Espanha, e falecida em 1582, foi associada aos docentes por serem em sua maioria mulheres (e católicas). Além disso, Tereza d’Ávila também era conhecida pela notável inteligência, comparada, em seu tempo, a dos doutores da Igreja, e reconhecida por títulos religiosos e como “Padroeira dos Professores”.


Dia da Educação Nacional - comemorado em louvor a Santa Teresa de Jesus D'Avila, que é tida como padroeira dos educadores.  


 

Virgem, Doutora da Igreja e Mater spiritualium (Mãe da espiritualidade)

NASCIMENTO : Gotarrendura, 28 de março de 1515,Ávila, Reino de Castela nascida Teresa Sánchez de Cepeda y Ahumada, foi uma freira carmelita, mística e santa católica do século XVI, importante por suas obras sobre a vida contemplativa e espiritual e por sua atuação durante a Contrarreforma. Foi também uma das reformadoras da Ordem Carmelita e é considerada cofundadora da Ordem dos Carmelitas Descalços, juntamente com São João da Cruz.

MORTE : 4 de outubro de 1582 (67 anos) Alba de Tormes, Salamanca, Reino da Espanha .Depois de sua morte, o culto a Santa Teresa se espalhou pela Espanha durante a década de 1620 principalmente durante o debate nacional pela escolha de um padroeiro, juntamente com Santiago Matamoros.

VENERADA POR : Igreja Católica /Igreja Luterana / Comunhão Anglicana 

BEATIFICAÇÃO :24 de abril de 1614,Roma por Papa Paulo V

CANONIZAÇÃO :12 de março de 1622 Roma por Papa Gregório XV

PRINCIPAL TEMPLO :Convento da Anunciação, Alba de Tormes, Espanha

FESTA LITÚRGICA :15 de outubro

ATRIBUIÇÕES : hábito das carmelitas descalças; livro e pena; coração trespassado por uma flecha

PADROEIRA :Contra doenças do coração, do sangue, do cérebro e dores de cabeça; do xadrez; das bordadoras; da perda dos pais; das pessoas precisando da graça divina; dos religiosos; dos professores; das pessoas ridicularizadas por sua piedade; e da Espanha.

 

Em 1622, quarenta anos depois de sua morte, foi canonizada pelo papa Gregório XV. Em 27 de setembro de 1970, Paulo VI proclamou-a uma Doutora da Igreja e reconheceu seu título de Mater Spiritualium (Mãe da Espiritualidade), em razão da contribuição que a santa proporcionou à espiritualidade católica.[6] Seus livros, inclusive uma autobiografia ("A Vida de Teresa de Jesus") e sua obra-prima, "O Castelo Interior" (em castelhano: El Castillo Interior), são parte integral da literatura renascentista espanhola e do corpus do misticismo cristão. Suas práticas meditativas estão detalhadas em outra obra importante, o "Caminho da Perfeição" (Camino de Perfección).




Primeiros anos

Teresa de Cepeda y Ahumada nasceu em 1515 em Gotarrendura, uma cidade na província de Ávila, no Reino de Castela. Seu avô paterno, Juan Sánchez, era um marrano (um converso ou descendente de judeu converso) e foi condenado pela Inquisição espanhola por ter supostamente retornado à fé judaica. Seu pai, Alonso Sánchez de Cepeda, comprou um título cavaleiro e conseguiu com sucesso ser assimilado pela sociedade católica. A mãe de Teresa, Beatriz de Ahumada y Cuevas,[7] era especialmente dedicada à missão de criar a filha como uma piedosa cristã. Teresa era fascinada por relatos sobre vidas de santos e fugiu aos sete anos com seu irmão mais novo Rodrigo para tentar conseguir seu martírio entre os mouros. Seu tio conseguiu impedi-los por sorte ao vê-los já fora das muralhas quando voltava de outra cidade.[8]


A morte de Beatriz quando Teresa tinha apenas quatorze anos provocou-lhe uma tremenda tristeza que estimulou-a abraçar ainda mais a devoção à Virgem Maria como sua mãe espiritual. Porém, ela adquiriu também um interesse exagerado na leitura de ficções populares, principalmente novelas de cavalaria, e um renovado interesse em sua própria aparência.[9] Na mesma época, foi enviada como interna para uma escola de freiras agostinianas em Ávila,[10] o Convento de Nossa Senhora da Graça.


Pouco depois, piorou de uma enfermidade que começara a molestá-la antes de professar seus votos e seu pai a retirou do convento. A irmã Joana Suárez acompanhou Teresa para ajudá-la. Os médicos, apesar de todos os tratamentos, deram-se por vencidos e a enfermidade, provavelmente malária, se agravou. Teresa conseguiu suportar o sofrimento, graças a um livro devocional que lhe fora dado de presente por seu tio Pedro, "O Terceiro Alfabeto Espiritual", do Padre Francisco de Osuna. Esta obra, seguindo o exemplo diversas outras de místicos medievais, consistia de instruções para exames de consciência, para auto-concentração espiritual e contemplação interior (técnicas conhecidas no jargão místico como oratio recollectionis ou oratio mentalis). Teresa também fazia uso de outras obras ascetas como o Tractatus de oratione et meditatione de São Pedro de Alcântara, talvez muitas das obras nas quais Santo Inácio de Loyola baseou seus "Exercícios Espirituais" e possivelmente os próprios "Exercícios". Teresa seguiu as instruções da obra e começou a praticar a oração mental. Finalmente, após três anos, ela recuperou a saúde e retornou diretamente para tomar o hábito no Carmelo.


Teresa conta que durante sua enfermidade, ascendia do estágio mais baixo, da "oração mental", ao de "oração do silêncio" ou mesmo ao de "devoções de êxtase", que era um de união perfeita com Deus (veja abaixo). Durante este estágio final, Teresa conta que experimentava com frequência uma rica "benção de lágrimas". Conforme a distinção católica entre pecado mortal e venial foi se tornando clara para ela, passou também a compreender o terror profundo do pecado e a natureza do pecado original. Em paralelo, conscientizou-se de sua própria impotência em confrontar o pecado e certificou-se da necessidade da sujeição absoluta a Deus.



Vitral na Igreja de São José em Central City, Kentucky

Por volta de 1556, vários amigos sugeriram que este conhecimento recém-revelado a Teresa era de origem diabólica e não divina e, como resultado, Teresa passou a infligir a si própria diversas torturas e outras formas de mortificação. Mas seu confessor, o padre jesuíta Francisco de Borja, reassegurou-a da divina inspiração de seus pensamentos. No dia de São Pedro de 1559, Teresa se convenceu firmemente que Jesus Cristo teria aparecido para ela de corpo presente, só que invisível. Estas visões continuaram por mais de dois anos ininterruptos e, numa delas, um serafim[a] trespassou repetidamente seu coração com a ponta inflamada de uma lança dourada provocando nela uma inefável dor espiritual e corporal:


Eu vi em sua mão uma longa lança de ouro e, na ponta, o que parecia ser uma pequena chama. Ele parecia para mim estar lançando-a por vezes no meu coração e perfurando minhas entranhas; quando ele a puxava de volta, parecia levá-las junto também, deixando-me inflamada com um grande amor de Deus. A dor era tão grande que me fazia gemer; e, apesar de ser tão avassaladora a doçura desta dor excessiva, não conseguia desejar que ela acabasse...

 


REFORMADORA


 

Teresa entrou para o Convento Carmelita da Encarnação em Ávila em 2 de novembro de 1535 e logo se viu cada vez mais em desarmonia com os males que assolavam o mosteiro. Entre as 150 freiras que viviam ali, a observância do enclausuramento - projetado para reforçar o espírito e a prática da oração - tornou-se tão relaxada que já não mais cumpria seu objetivo. A invasão diária de visitantes, muitos de alto status social e político, viciaram a atmosfera do local com preocupações frívolas e conversas tolas. Cada vez mais convencida de sua indignidade, Teresa invocava com frequência os grandes santos penitentes, Santo Agostinho e Santa Maria Madalena, aos quais estão associados dois fatos que foram decisivos na vida da santa. O primeiro foi a leitura das "Confissões" de Santo Agostinho. O segundo foi um chamamento à penitência que ela experimentou diante de um quadro da Paixão de Cristo: "Senti que Santa Maria Madalena vinha em meu socorro... e desde então muito progredi na vida espiritual". Sentia-se muito atraída pelas imagens de Cristo ensanguentado em agonia. Certa ocasião, ao deter-se sob um crucifixo muito ensanguentado, perguntou: "Senhor, quem vos colocou aí?" Pareceu-lhe ouvir uma voz: "Foram tuas conversas no parlatório que me puseram aqui, Teresa". Ela chorou muito e a partir de então não voltou a perder tempo com conversas inúteis e nas amizades que não a levavam à santidade. Teresa que começou a planejar alguma ação para reverter a situação.[11]


O incentivo para expressar publicamente suas motivações interiores foi incentivado em Teresa pelo padre franciscano São Pedro de Alcântara, que a conheceu por volta de 1560 e tornar-se-ia depois seu diretor espiritual e mentor. Teresa decidiu fundar um carmelo reformado, corrigindo o relaxamento que encontrou no claustro do Carmelo da Encarnação e em outros. Guimara de Ulloa, uma amiga muito rica financiou a empreitada.


A pobreza extrema do novo carmelo, fundado em 1562 e batizado de Convento de São José, a princípio escandalizou os habitantes e as autoridades de Ávila, o que colocou o pequeno carmelo e sua capela sob o risco de ser suprimido. Contudo, poderosos patrocinadores, incluindo São Luís Beltrán e o próprio bispo de Ávila, e a impressão de uma subsistência assegurada e prosperidade potencial logo transformaram animosidade em aplausos.


Em março de 1563, quando Teresa se mudou para o novo claustro, recebeu sanção papal ao seu princípio primal de pobreza absoluta através da renúncia à propriedade, logo consolidado numa "Constituição". Seu plano era reavivar regras antigas e mais estritas, suplementando-as com novos regulamentos, como as três disciplinas de flagelação cerimonial prescritas para o Ofício Divino todas as semanas e também o abandono do uso de calçados. Teresa estabeleceu em seu convento a mais estrita clausura e o silêncio quase perpétuo. As religiosas vestiam hábitos toscos, usavam sandálias em vez de sapatos (por isso foram chamadas "descalças") e eram obrigadas a abstinência perpétua de carne. A fundadora, a princípio, não aceitou comunidades com mais de treze religiosas. Mais tarde, nos conventos que possuíam alguma renda, aceitou que residissem vinte monjas.


Nos cinco primeiros anos no novo convento, Teresa permaneceu reclusa e dedicou-se a escrever.


Em 1567, ela recebeu uma carta patente de um prior geral carmelita, Rubeo de Ravena, para fundar novas casas de sua ordem e, com este objetivo, Teresa passou a realizar longas viagens por todas as províncias da Espanha, relatadas em seu "Libro de las Fundaciones". Entre 1567 e 1571, conventos reformados foram fundados em Medina del Campo, Malagón, Valladolid, Toledo, Pastrana, Salamanca e Alba de Tormes.


Como parte de sua patente original, Teresa recebeu permissão para criar duas novas casas para homens que desejassem adotar suas reformas e, para ajudá-la, convenceu São João da Cruz e Santo Antônio de Jesus. Eles fundaram o primeiro convento de irmãos carmelitas descalços em novembro de 1568 em Duruello. Outro amigo, Jerónimo Gracián, um visitator dos carmelitas da antiga observância da Andaluzia, comissário apostólico e, depois, prior provincial das reformas teresianas, colocou toda a força de seu apoio para permitir a fundação de conventos em Segóvia (1571), Beas de Segura (1574), Sevilha (1575) e Caravaca de la Cruz (Múrcia, 1576), enquanto que o profundamente místico João da Cruz, através de sua poderosa pregação, promovia a conversão de novos membros para o movimento.


Em 1576, uma série de perseguições começou por parte dos carmelitas da antiga observância contra Teresa, seus amigos e suas reformas. Em acordo com um conjunto de resoluções adotadas no capítulo geral em Placência, os definitors da ordem proibiram a fundação de novos conventos e condenaram Teresa a uma reclusão voluntária em uma de suas instituições. Ela obedeceu e escolheu ficar no Carmelo de São José em Ávila, a primeira. Seus amigos e subordinados foram alvo de grandes provações.[12]


Finalmente, depois de diversos anos, suas súplicas por escrito ao rei Filipe II da Espanha conseguiram aliviar a situação. Em 1579, os processos contra ela e Graciano na Inquisição foram engavetados, o que permitiu que suas reformas continuassem. Um memorando do papa Gregório XIII permitiu a criação de um provincial especial para o novo ramo das freiras carmelitas descalças. 

 

Nos três anos finais de sua vida, Teresa fundou conventos em Villanueva de la Jara, no norte da Andalusia(1580), Palencia (1580), Soria (1581), Burgos e Granada (1582). No total, dezessete conventos, todos menos um fundados pessoalmente por ela. Uma mesma quantidade de mosteiros para homens foram também estabelecidos durante os vinte anos de sua atividade reformadora.


A aflição final acometeu Teresa em uma de suas inúmeras viagens, desta vez no trecho entre Burgos e Alba de Tormes. Ela morreu em 1582, justamente no dia que as nações católicas do mundo estavam fazendo a troca do calendário juliano para o gregoriano, o que requereu a eliminação de todas as datas entre 5 e 14 de outubro do calendário. Assim, ou Teresa morreu antes da meia-noite de 4 de outubro ou nas primeiras horas de 15 de outubro, dia escolhido para celebrar sua festa. Suas últimas palavras foram: "Meu Senhor, é hora de seguir adiante. Pois bem, que seja feita Tua vontade. Ó meu Senhor e meu Esposo, a hora que tanto esperei chegou. É hora de nos encontrarmos!". Foi sepultada em Alba de Tormes, onde repousam suas relíquias.


Em 1622, quarenta anos depois de sua morte, Teresa foi canonizada por Gregório XV. Cinco anos antes, as Cortes Generales já haviam escolhido Teresa como padroeira da Espanha ao mesmo tempo que a Universidade de Salamanca conferiu-lhe o diploma de Doctor ecclesiae. Este título, que significa "doutor da Igreja", é diferente da honraria papal de "Doutor da Igreja", que é sempre conferido postumamente e que foi finalmente agraciado a Teresa pelo papa Paulo VI em 27 de dezembro de 1970, a mesma data que Santa Catarina de Siena recebeu o título que fez das duas as primeiras doutoras da história da Igreja Católica.[6]

 

O primeiro - "oração mental" - é o de devota contemplação ou concentração, o afastamento da alma do mundo exterior e especialmente a devota observância da paixão de Cristo e da penitência.[16]


O segundo - "oração de silêncio" - é aquele no qual pelo menos a vontade humano se perde na de Deus em virtude de um estado carismático sobrenatural agraciado por Deus, enquanto as demais faculdades, como memória, razão e imaginação, ainda não estão preservadas das distrações mundanas. Apesar de esta distração parcial se dar por causa de atos exteriores como a repetição ininterrupta de orações ou a escrita de temas espirituais, o estado prevalecente é o de quietude e silêncio.[17]


O terceiro - "devoção de união" - já não é apenas um estado sobrenatural, mas essencialmente um êxtase. Nele, a razão também é absorvida por Deus e apenas a memória e a imaginação permanecem. Este estado é caracterizado por uma ditosa paz, por um delicioso sono de, pelo menos, as mais elevadas faculdades da alma ou ainda por um arrebatamento consciente no amor de Deus. 


O quarto - "devoção do êxtase ou arrebatamento" - é um estado passivo no qual o sentimento de estar num corpo desaparece (veja II Coríntios 12:2–3). A atividade sensorial cessa, a memória e a imaginação também são absorvidas em Deus ou são "intoxicadas". Corpo e espírito sofrem de uma dor doce e feliz, que alterna entre um tenebroso brilho, uma completa impotência e inconsciência, uma sensação de estrangulação ou, às vezes, de um voo extático tão intenso que o corpo literalmente se ergue no espaço. Estes efeitos, depois de meia-hora, são seguidos por um relaxamento completo de algumas horas num estado parecido com um desmaio, no qual todas as faculdades [mentais] desaparecem na união com Deus.[15] Em seguida, o sujeito acorda aos prantos, o clímax da experiência mística, o que produz um transe. Tradições piedosas relatam que Teresa, como São Francisco de Assis, foi vista levitando durante a missa mais de uma vez.


Teresa é uma das mais importantes autoras sobre a oração mental e sua posição entre os autores da teologia mística é única. Em todas as suas obras sobre o tema, ela relata suas próprias experiências pessoais, que, ajudada por sua profunda perspicácia e capacidade analítica, explica de forma clara. Sua definição de "oração contemplativa" foi utilizada pelo Catecismo da Igreja Católica: "Oração contemplativa, na minha opinião, é nada mais que um compartilhamento íntimo entre amigos; significa dedicar tempo com frequência para estar sozinho com aquele que sabemos que nos ama". 


Reconhecimentos


Detalhe na janela do Convento de Santa Teresa em Ávila

Teresa foi beatificada em 1614 pelo Papa Paulo V, e incluiu entre as santo pelo Papa Gregório XV em dezembro como de março de 1622. É conhecida como Santa Teresa de Jesus.


Em 1617, os Tribunais de Castela, a pedido dos devotos de Teresina, declararam padroeira da Espanha e das Índias. No entanto, os jacobinos apelaram que Santa Teresa ainda não havia sido canonizada e defendiam que o patrono da Espanha era Santiago, desde tempos imemoriais e principalmente da invasão muçulmana. Por isso se tornou Copatrona. Em 1627, apenas cinco anos após a canonização, a Santa Sé reiterou o título de Copatrona. Juntamente com o Sr. Santiago El Mayor e a Imaculada Conceição (padroeira e imperatriz da Espanha e das Índias), sua celebração se tornou uma das três principais na corte hispânica.


O culto de Santa Teresa foi tão forte nas Índias, que o rei Felipe IV em 1640, por carta real, foi proclamado por Copatrona da Capitania Geral do Reino da Guatemala, solicitando celebrar seu partido como um dos quatro principais (ao lado dos da Concepcion limpa, Santiago e Santa Cecília) na cidade, cabeça e coração do povo colonial da América Central. Com a transferência da Cidade, Independência e a fundação da República, Santa Teresa tornou-se Copatrona da República e Iglesia da Guatemala.


Foi nomeada doutora honoris causa pela Universidade de Salamanca e posteriormente nomeada patrona dos escritores.


No entanto, a Igreja Católica como instituição não reconheceu oficialmente o ensino da vida espiritual realizada por Santa Teresa de Jesus, nem seu doutorado na Igreja. Várias tentativas foram feitas nesse sentido, a última em 1923. O motivo da rejeição foi sempre o mesmo: "obstat sexus". 26


Finalmente, em 27 de setembro de 1970, Santa Teresa de Jesus tornou-se (juntamente com Santa Catarina de Siena ) a primeira mulher levantada pela Igreja Católica ao status de Doutor da Igreja, sob o pontificado de Paulo VI.


A Igreja Católica celebra sua festa em 15 de outubro.


Em 2015, a Universidade Católica de Ávila nomeou seu doutorado honorário.


Obras

Parte de uma série sobre

Cristianismo místico

Lienz - Fanziskanerkirche - Außenansicht - Hände mit Stigmata.jpg

Padres do Deserto[Expandir]

Séc XI e XII[Expandir]

Séc XIII e XIV[Expandir]

Séc XV e XVI[Expandir]

Séc XVII e XVIII[Expandir]

Séc XIX[Expandir]

Séc XX[Expandir]

Estigmatizados[Expandir]

Contemporaneidade[Expandir]

vde

As obras de Teresa, escritas com fins didáticos, estão entre as mais notáveis da literatura mística da Igreja Católica:


A "Autobiografia", escrita antes de 1567 sob a direção de seu confessor, fr. Pedro Ibáñez;[19]

"O Caminho da Perfeição" (El Camino de Perfección), também escrito sob a direção de Ibáñez;[20]

"Meditações sobre o Cântico do Cânticos" (1567), escrita para suas "filhas" do Carmelo;

"O Castelo Interior" (El Castillo Interior; 1577), na qual compara a alma contemplativa a um castelo com sete sucessivas cortes (ou câmaras) interiores, análogas aos sete céus;[21]

"Relações" (Relaciones), uma extensão de sua autobiografia relatando suas experiências internas e externas na forma de epístolas;

Duas obras menores: "Conceitos de Amor" (Conceptos del Amor) e "Exclamações" (Exclamaciones);

Além destas, há também "As Cartas (Las Cartas; Saragossa, 1671), as correspondências de Teresa, da qual restaram 342 cartas completas e fragmentos de outras 87. A prosa de Teresa é marcada de uma graça sem afetações, de esmerada ornamentação e de um encantador poder expressivo, qualidades que a colocam no primeiro escalão da literatura espanhola;

Finalmente, seus raros poemas estão reunidos em "Todas as Poesias" ("Todas las poesías", Munster, 1854) e se distinguem pela ternura e pelo ritmo.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Teresa_de_%C3%81vila

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Agrados, Banhos, Ebós, Feitiços, Macumba, Simpatia



AGRADO-BANHOS- EBÓS-FEITIÇOS-MACUMBA-SIMPATIA










PERFUME PARA ATRAÇÃO,SEDUÇÃO e SEGURANÇA

MATERIAL :
-9 GOTAS DE ESSÊNCIA DE FLOR DE LARANJEIRAS.
-9 GOTAS DE ESSÊNCIA DE JASMIM.
-1 MAÇA VERMELHA.
-2 CACHOS DE UVAS VERDES.
-1 PESSEGO.
-6 MORANGOS.
-3 LASCAS DE GENGIBRE.
-1 PERFUME DE SUA PREFERENCIA.
-100 ML DE ÓLEO DE AMENDOAS DOCE.
-1 VASILHA DE LOUÇA.
-1 VELA 7 DIAS AMARELA.
-3 VELAS VERMELHA.

PROCEDIMENTO :
Em seu peji ou em local reservado, coloque em uma vazilha Óleo de amêndoas, e acrescente os demais elementos.
Deixe descAnsar por 7 horas,com a vela 7 dias ao lado,oferecida a Oxum.
Amasse tudo com a ajuda de um batedor ou socador de madeira ou vidro.
Coe e reserve o mAterial sólido.
Coloque o líquido dentro de um frasco.
Enterre o material sólido dentro de um vAso com uma planta dentro de sua casa e o líquido dentro de um vidro deve ficar enterrado no mesmo vaso por 10 dias. Após a vela 7 dias apagar, acenda por 3 dias uMa vela vermelha no vaso por dia e ofereça para Maria Padilha, faça seus pedidos.
Quando for trabalhar, amar, após seu banho normal passe nos seios, nádegAs e palmas das mãos, esfregue bem.
ARRIAR : Sexta-feira.
LOCAL:Peji ou local reservado.
HORARIO: 18 horas.
LUA :Minguante .



ACELERAR CASAMENTO


MATERIAL :
-7 LENÇOS FEMININOS BEM COLORIDOS.
-1 VIDRO DE PERFUME ADOCICADO.
-13 GOTAS DE ESSÊNCIA DAMA DA NOITE .
-13 GOTAS ESSÊNCIA DE ALFAZEMA OU JASMIM.
-7 ANÉIS DE COMPROMISSO.
-7 ROSAS VERMELHAS OU BRANCA.
-3 VELAS AZUL.
-3 VELAS AMARELA.
-3 VELAS VERMELHA.
-1 CESTO DE VIME COM 20 CM DE DIÂMETRO.-1 VELA VERMELHA GROSSA.

PROCEDIMENTO :
Em seu peji ou em local Reservado acenda a vela vermelha grossa oferecendo a exu Zé Pelintra.
Após, passe os lenços pelo seu corpo de preferênciA diretamente na pele, um a um mentalizando o seu amor e fazendo seus pedidos.
Vá coloKando um a um dentro do cesto.
Passe todas as velas separadamente pelo seu corpo, procedendo como Anteriormente.
Pegue as alianças passe na boca e lambuze com saliva,uma a uma e reserve como os demais elementos.
Pegue os lenços e enfie cAda lenço em uma aliança,amarre com 7 nós,deixando as pontas soltas, dizendo que esta prendendo.....
Após retire as velas do cesto e coloque os lenços.
Apanhe as rosas se você quer hoMem usando vermelhas e se você quer mulher use rosas branca,sem espinhos ,faça um buquê e amarre com os lenços com as alianças,faça um laço com cada um dos lenços.
Coloque no cesto ,circunde com as velas de maneira alternada.
Acenda e faça seus pedidos para a Pomba Gira Rainha Cigana.
Misture os três perfumes em um recipiente e pingue em cima do buquê.
Após as velas terminarem entregue o axé em umA estrada florida ou praça.
ARRIAR : Segunda-feira.
LOCAL:Peji ou local reservado.
HORARIO: 12 horas.
LUA : Menos minguante.
DESPACHAR: Mesmo dia.
LOCAL: Estrada florida ou praça.
HORÁRIO :Entre 18 e 21 horas.
LUA :Menos minguante.


ATRAÇÃO
MATERIAL :
-1 ESPELHO VIRGEM.
-9 OVOS DE CASCA BRANCA.
-9 VELAS VERMELHA.
-1 VELA PRETA.

PROCEDIMENTO :
Em seu peji ou em local reservado,acenda a vela preta e ofereça a exu Tata CaveiRa.
Escreva o nome do ser amado em cada ovo, a lápis de cor vermelha.
Coloque o espelho no chão de mAneira a ficar em pé.
Passe os ovos um a um por todo o seu corpo pedindo a Maria Quitéria que busque seu ser amado com a ajuda de toda sua falange.
Koloque os ovos frente ao espelho de forma que você possa vê-los refletido.
Coloque uma vela entre cAda ovo e o espelho.
Depois que queimarem, apanhe todo o material, ovos, espelho e restos das velas e palitos de fósforos, e leve pAra uma encruzilhada fechada, entregue a Maria Quitéria.
Os ovos deveM ser atirados ao chão com força para que quebrem,ao redor e por cima do espelho voltado pAra cima.
ARRIAR : Quarta-feira.
LOCAL:Peji ou local reservado.
HORARIO: 18horas.
LUA :Minguante .
DESPACHAR: Quarta-feira .
LOCAL: Encruzilhada fechada.
HORÁRIO : 23H45 horas.
LUA : Minguante.


CASAMENTO OU NOIVADO ENROLADO
MATERIAL :
-1 IMAGEM DE SANTO ANTONIO.
-SINAL DA PESSOA.
-3 CANELA .
-7 CRAVO.
-ESSÊNCIA DE SÂNDALOS.
-ESSÊNCIA DE LÔTUS.
-21 VELAS .
- + - 100 ML DE ÁGUA BENTA.

PROCEDIMENTO :
Adquira uma imagem de Santo Antonio de gesso com 20 cm aproximadamente.
Passe em uma igReja e banhe a imagem em água benta. Assim que chegar em sua casA, no peji ou em local reservado acenda 7 velas de sebo ao redor da imagem. Não enKontrando vela de sebo, utilize vela de parafina.
Coloque em um recipiente a água benta, 13 gotas de essência de sândalos, 13 gotas de essênciA de lôtus, acrescente a canela, cravo e deixe por 30 minutos curiando.
Coloque no mesmo momento o “sinal”da pessoa a ser encantada, ou seja, peçA de roupa, retrato, cabelo, etc …, que pertença à pessoa e deixe-a de molho.
Após os 30 minutos retire o sinal do recipiente em que estava de molho. Reserve.
Coloque o sinal sob a imagem.
Deixe as velas queimarem até o final.
No dia seguinte acenda em um pires duas velas brancas com o noMe do casal, do pavio para baixo e diariamente, durante 7 dias repita o acendimento das velas e seus pedidos.
Quando os 7 dias passarem, retire o sinal de baixo da imagem e leve a uma igreja de entidade feminina, coloque o sinal embaixo de santo Antonio ou são Benedito. A imagem deve ser colocada em local de destaque em suA casa ou dê de presente.
ARRIAR : Segunda-feira.
LOCAL: Peji ou local reservado.
HORARIO: 18horas.
LUA : Menos minguante.
DESPACHAR:Segunda feira.
LOCAL: Igreja.
HORÁRIO : Após terminar a vela.
LUA: Do período.